sexta-feira, 31 de agosto de 2007

M.A.T.E.U.S

Sou tricolor de coração Sou do clube tantas vezes campeão Fascina pela sua disciplina O Fluminense me domina Eu tenho amor ao Tricolor Salve o querido pavilhão Das três cores que traduzem tradição A paz, a esperança e o vigor Unido e forte pelo esporte Eu sou é tricolor!Vence o Fluminense Com o verde da esperança Pois quem espera sempre alcança Clube que orgulha o Brasil Retumbante de glórias e vitórias mil Sou tricolor de coração Sou do clube tantas vezes campeão Fascina pela sua disciplina Fluminense me domina Eu tenho amor ao Tricolor Salve o querido pavilhão Das três cores que traduzem tradição A paz, a esperança e o vigor Unido e forte pelo esporte Eu sou é tricolor! Vence o Fluminense Com o sangue do encarnado Com amor e com vigor Faz a torcida querida vibrar com a emoção Do Tricampeão Vence o Fluminense Usando a fidalguia Branco é paz e harmonia Brilha com o sol Da manhã Qual luz de um refletor Salve o Tricolor!





FELIZ ANIVERSÁRIO

sábado, 25 de agosto de 2007

Existe Algo Difícil Para Deus?


Você entregou o seu problema a Deus?
Agora é esperar nas promessas que nos deu
Você orou com fé e Deus o atenderá
Mas enquanto está esperando, Ele pergunta pra você
"É tão difícil entender
Que seus problemas eu posso resolver?
E nas situações difíceis estarei
Ao lado seu pra o ajudar"
Confie em Deus e então verá
A mão de Deus guiando cada passo seu
É claro o quanto o ama, é só olhar pra trás
Mas mesmo assim, Ele está a perguntar
"É tão difícil entender
Que seus problemas eu posso resolver?
E nas situações difíceis estarei
Ao lado seu pra o ajudar".

Prisma Brasil

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

B.R.U.N.A

A vida é feita de pessoas simples e pessoas importantes.
Simples como nós...
Importantes como você!

Parabéns pelos 19 aninhos
Você é muito especial, e eu te amo pra caramba!!!

domingo, 12 de agosto de 2007

Sr. Francisco, vô Chico, meu pai

quando a gente fala de pai, geralmente o que vem, são lembranças que marcaram a infância.
Lembro de muitas coisas relacionadas ao meu pai na minha infância.
Ele era sapateiro dava um duro danado de segunda a sexta-feira, acordava de madrugada pra pegar o primeiro trem, nos fim de semana ele dava uma de pedreiro e com muita dificuldade construiu uma casa pra minha mãe.
Não era um homem carinhoso.
Gostava de contar piadas.
Foi ele quem despertou em mim o interesse por leitura (ele gostava muito de ler).
Apesar de toda família frequentar a igreja nunca quiz ser um "crente".
Gostava de cozinhar.
Aos domingos lá vinha meu pai da feira com duas bolsas enormes uma de laranja e outra de banana.
Lembro quando minhas irmãs mais velhas namoravam no portão, elas tinham horário pra entrar, existia um código, quando ele piscasse a luz 1 vez, era pra se despedirem dos namorados, quando ele piscasse a luz 2 vezes já era pra elas entrarem, e quando elas não entravam ele aprontava, enchia um balde de agua e jogava por cima do portão(rs..)
Só teve oportunidade de conhecer 2 netos, e era apaixonado por eles
Também gostava de uma cervejinha, caninha... e as vezes isso trazia graves consequências tanto pra ele quanto pra nós.
Mas uma das coisas que marcou mesmo, foi a felicidade dele no dia do meu casamento. Era o sonho dele levar uma das filhas ao altar, e Deus ajeitou a coisas direitinho e eu fui a escolhida para lhe proporcionar essa felicidade, foi um dia perfeito! Hoje eu vejo como Deus estava apressando as coisas. casei dia 1º de Dezembro e no dia 13 de Dezembro ele se foi...
Já são 15 anos sem ele e como ele faz falta !
Ê saudade!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Pare um minuto... Olhe ao redor...

Hoje, enquanto eu cuidava de uma paciente que está lutando contra um câncer, ela me disse que tudo que ela mais quer é se recuperar e voltar logo pra casa pra ficar mais perto da família.
"sabe Bete, minha vida sempre foi uma correria, trabalhando sem parar, me alimentando mal, dando valor à coisas materiais... depois que eu sair daqui tenho um novo projeto pra minha vida, vou me envolver em alguma ONG social pra ajudar outras pessoas, passear mais.
passar + tempo com minha família..."

Hum, isso mexeu um pouco comigo, fiquei pensando nisso o dia todo.

Sabem aquele velho ditado, que só damos valor as coisas quando as perdemos.
É claro que fiquei muito feliz com a recuperação que essa paciente vem apresentando, aliás falta pouco pra ela ter alta hospitalar.
Mas a verdade é que essa semana foi muito corrida pra mim, trabalho em hospital como tec. de enfermagem e de uma maneira ou de outra, acabo me apegando aos pacientes, principalmente aqueles que ficam muito tempo internados. É muito bom vê-los tendo alta, mas é muito triste quando eles não se recuperam e acabam falecendo. E essa semana teve tudo isso e também 1 menina de 18 anos com diagnóstico de câncer já em estado avançado (metástase), 1 jovem(29 anos) com diagnóstico de HIV...

enfim agente acaba aprendendo psicologicamente a lidar com as situações.
então fechando o balanço semanal entre perdas e ganhos eu fico assim um pouco sentimental..
refletindo mais na vida..
nas coisas que realmente têm valor pra mim..
Às vezes, parece que a gente se esquece que as coisas não vão ficar "bem" pra sempre...
damos muito valor as coisas materiais, comilança, bebedeiras, arriscamos a vida em esportes perigosos, noitadas de orgias, trabalhamos pra caramba e consequentemente quanto mais ganhamos mais gastamos, e nessa correria toda da vida esquecemos o principal, esquecemos de DEUS.

Preciso aprender a ser mais feliz e a valorizar o que tenho hoje, sem pensar tanto no passado ou no que poderia ter no futuro.


quarta-feira, 1 de agosto de 2007

PÉROLAS DO TRIBUNAL

Os fatos a seguir foram retirados do livro "Desordem no Tribunal". São frases que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.

Pergunta: Qual é a data do seu aniversário?
Resposta: 15 de julho.
Pergunta: Que ano?
Resposta: Todo ano.
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Pergunta: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Resposta: Sim.
Pergunta: E de que forma ela afeta sua memória?
Resposta: Eu esqueço das coisas.
Pergunta: Você esquece...Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
Pergunta: Que idade tem seu filho?
Resposta: 38 ou 35, não me lembro.
Pergunta: Há quanto tempo ele mora com você?
Resposta: Há 45 anos...
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Pergunta: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
Resposta: Ele disse: "Onde estou Bete?"
Pergunta: E porque você o agrediu?
Resposta: Meu nome é Célia.
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Pergunta: Me diga, doutor...não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
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Pergunta: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Resposta: Sim
Pergunta: Que idade ele tem?
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Pergunta: Sobre esta foto sua...o senhor estava presente quando ela foi tirada?
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Pergunta: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Resposta: Sim, foi.
Pergunta: E o que você estava fazendo nesse dia?
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Pergunta: Ela tinha 3 filhos certo?
Resposta: Certo?"
Pergunta: Quantos eram meninos?
Resposta: Nenhum.
Pergunta: E quantas eram meninas?
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Pergunta: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Resposta: Por morte do cônjuge.
Pergunta: E por morte de que cônjuge ele acabou?
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Pergunta: Poderia descrever o suspeito?
Resposta: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Pergunta: E era um homem ou uma mulher?
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Pergunta: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Resposta: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
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Pergunta: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok?
Pergunta: Que escola você freqüenta?
Resposta: Oral.
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Pergunta: Doutor, o senhor se lembra a hora em que começou a examinar o corpo da vítima?
Resposta: Sim, a autópsia começou às 20:30h.
Pergunta: E o Sr. Décio já estava morto a essa hora?
Resposta: Não...ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.
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Pergunta: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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Pergunta: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
Resposta: Não.
Pergunta: O senhor checou a pressão arterial?
Resposta: Não.
Pergunta: O senhor checou a respiração?
Resposta: Não.
Pergunta: Então é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Resposta: Não.
Pergunta: Como o senhor pode ter essa certeza?
Resposta: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Pergunta: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Resposta: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!